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Por que aprender inglês desde criança

Falar Inglês fluentemente é um instrumento indispensável para pertencer a esse mundo sem fronteiras. A oportunidade de aprender uma segunda língua ainda criança é permitir explorar essa imensa capacidade de aprendizado.

Quando somos expostos precoce e continuamente a uma língua estrangeira, deixamos de nos intimidar e temos mais facilidade de pensar naquela língua. O aprendizado flui naturalmente. A criança só precisa de oportunidades. O cérebro da criança pequena está em contínua transformação, estabelecendo sempre novas conexões baseadas nos estímulos recebidos. Da mesma maneira, o aparelho fonético da criança pequena é capaz de reproduzir os mais diversos sons. À medida que a criança cresce, essa facilidade tende a diminuir e se restringe a reproduzir apenas os sons da língua materna.

Os especialistas são unânimes em dizer que as maiores vantagens de aprender Inglês desde cedo são:

PRONÚNCIA

AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO

DESINIBIÇÃO

No entanto, é importante que se respeite o ritmo de cada criança garantindo a ela as melhores condições de aprendizado.

 

Como escolher uma escola de inglês para seus filhos

(adaptado, em parte, de R Schultz)

Linguagem é um elemento de relacionamento humano. A criança, mais do que o adulto, precisa de contato humano para desenvolver habilidades lingüísticas. Crianças têm grande resistência ao aprendizado formal, artificial e dirigido. Elas só procuram assimilar e fazer uso da língua estrangeira em situações de autêntica necessidade, construindo seu próprio aprendizado a partir de situações reais. Se perceberem que a pessoa que deles se aproxima fala sua língua materna, dificilmente se submeterão à difícil e frustrante artificialidade de usar outro meio de comunicação. Além disso, só crianças conseguem assimilar uma segunda língua com pronúncia exata isenta de outros desvios. Isto torna a qualificação do facilitador de fundamental importância. Além de habilidade no plano afetivo, o facilitador deve ter um domínio do idioma, pois isto reforça a autenticidade do relacionamento que se pretende construir.

A criança não é ensinada; ela aprende. A nós, cabe apenas criar o ambiente propício. Este ambiente, ao contrário do ambiente de adultos, que tendem a ser conceituais e abstratos, deve ser material e concreto, com amplo espaço para improvisação e criação. No plano psicológico-afetivo deve haver uma conexão forte entre aprendiz e facilitador. Este deve saber desempenhar seu papel mais de assistente e menos de líder, abrindo espaço nos momentos em que o aprendiz se predispõe a assumir a liderança. Predeterminar o rumo desta relação através de um plano didático rígido (livro1, livro2, etc.) seria como criar um manual sobre como conquistar uma namorada ou como construir amizades. Atividades predeterminadas, sem lugar para improvisação, são instrusivas, inibem a criatividade, e desrespeitam diferenças individuais, quaisquer materiais ou atividades planejadas por adultos estariam na contramão, correndo o risco de configurarem um “subject-matter-centered plan”, quando o que se deseja é um “child-centered plan”.

Portanto, se a escola que você visitar não souber demonstrar o conhecimento e preocupação com o aspecto psicológigo-afetivo do ambiente de aprendizado e apenas lhe mostrar orgulhosamente o material didático especifico para ser usado com crianças, saiba que este não é o ambiente ideal para o seu filho. É preciso também entender claramente a hipótese “acquisition learning” de Stephen Krashen em sua amplamente aceita e respeitada teoria sobre aprendizado de línguas estrangeiras.

O conceito de “language learning” está ligado a abordagem tradicional do ensino de línguas. Refere-se ao entendimento pelo aluno da estrutura e das regras do idioma através do esforço intelectual e de sua capacidade dedutivo-lógica. É um processo progressivo e cumulativo, através do qual busca-se oferecer ao aluno conhecimento a respeito da língua estrangeira e de sua estrutura; conhecimento esse que , espera-se venha se transformar na habilidade de entender e falar essa língua.

“Language acquisition” refere-se ao processo de assimilação natural, subconsciente, intuitivo, fruto de situações reais de interação humana. É semelhante ao processo de assimilação materna pelas crianças: processo esse que produz habilidade prática e não necessariamente conhecimento. Krashen sustenta que “language acquisition” explica não só o desenvolvimento da língua materna, mas também a assimilação de línguas subseqüentes, sendo mais importante do que “language leanrning” para a assimilação da língua estrangeira, não só para crianças, mas até mesmo para adultos.

Portanto, o que a lingüística aplicada moderna preconiza (especialmente para crianças!) é “acquisition”. E para que “acquisition” ocorra, é preciso que a criança seja exposta o mais intensamente a um ambiente de convívio caracterizado pela língua e pela cultura estrangeira. Entretanto, como compatibilizar a necessidade de exposição à língua com as restrições econômicas ( quem pode passar as férias nos Estados Unidos?), as reconhecidas e graves deficiências curriculares ( grande parte dos alunos é incapaz de enfrentar as exigências e a competição nos testes vestibulares, mesmo os de baixa complexidade) e os preços fora de nossa realidade das escolas verdadeiramente bilíngües ( U$ 20 a 30 mil dólares por ano)? Além disso, qual o significado de impormos um verdadeiro exílio cultural, político e social aos nossos filhos, dentro do seu país natal?